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Crítica – ‘Uma Invenção de Natal’ tem história arrastada, porém com a magia do Natal e representatividade

Assim como acontece nessa época do ano, são lançados filmes com as temáticas natalinas, e o longa musical “Uma Invenção de Natal” é um deles, com um roteiro que, apesar de arrastado, consegue focar na magia da data.

A produção gira em torno de Jeronicus Jangle (Forest Whitaker), um fabricante de brinquedos que vê os seus negócios caírem quando o seu aprendiz (Keegan-Michael Key) lhe rouba uma criação, que faz perder a sua magia e ânimo para trabalhar. Porém, tudo muda com a sua neta Journey (Madalen Mills), que lhe dá um novo engajamento.

É uma história simples, movida a música, amor e motivação para seguir em frente, mas o seu roteiro fica a desejar durante o longa. Suas duas horas de duração não conseguem aguentar o ritmo, que acaba sendo mais lento e com um final corrido, com histórias que poderiam ter tido um desenrolar melhor, que poderiam inclusive até mover o filme.

O longa, que tem uma trilha sonora criada pelo John Legend, ainda fica a desejar em suas canções, que não acabam dando aquela empolgação que deveria ter em um filme do gênero.

Além disso, o filme tem um destaque muito importante: o de representatividade negra, desde os atores principais até a produção técnica. Em um 2020 difícil que tivemos, principalmente em questão da luta racial, ter uma produção assim é muito importante.

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